Líder do DEM pede agilidade na aprovação de projeto que institui “Política Nacional de Prevenção do Diabetes”

19 de Fevereiro de 2019

Durante sessão plenária na tarde desta terça-feira (19), o líder do Democratas no Senado, Rodrigo Pacheco (MG), pediu a aprovação urgente do projeto de lei (PLC 133/2017) que institui a Política Nacional de Prevenção do Diabetes e de Assistência Integral à Saúde da Pessoa Diabética. O pedido foi retirado da pauta desta terça para melhor análise do Ministério da Saúde. “É conveniente que ouçamos as opiniões do Ministério da Saúde, especialmente do ministro Henrique Mandetta, profundo conhecedor dos assuntos atinentes à saúde pública. No entanto, gostaria de ressaltar a importância dessa matéria, que tramitou na Câmara dos Deputados, e da qual eu fui relator na Comissão de Constituição e Justiça”, frisou.

O texto – de autoria do deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) – prevê campanhas de conscientização sobre a importância de medir e controlar o nível de glicose no sangue e assegura um atendimento rápido e tratamento integral às pessoas com diabetes no Sistema Único de Saúde (SUS). “Esse projeto estabelece aquilo que é fundamental para o controle da doença: o tratamento e a conscientização de que, se as pessoas se tratarem, elas evitarão doenças maiores e garantirão um dos direitos sagrados da Constituição, que é o direito à vida”, frisou Pacheco.

Recente pesquisa do Ministério da Saúde mostrou que, entre 2006 e 2016, a prevalência do diabetes aumentou em 61,8% passando de 5,5% para 8,9% dos entrevistados. Em 2016, ainda segundo o estudo, aproximadamente 61 mil pacientes morreram em razão da doença. “É preciso garantir à população brasileira, especialmente aos mais carentes, o acesso ao básico: a um exame de glicemia, que identifica o teor de açúcar no sangue e também ao remédio, simples, relativamente barato, a fim de evitar o progresso da doença, que acaba por redundar em outras doenças”, finalizou o líder do DEM.

Foto: Sidney Lins Jr.
Texto: Fernanda Domingues

Rodrigo Pacheco diz que Bloco Vanguarda terá papel preponderante nos grandes debates do Congresso

01 de Janeiro de 1970

O líder do Democratas no Senado, Rodrigo Pacheco (MG), disse que a primeira reunião do Bloco Vanguarda, realizada nesta terça-feira (19), foi primordial para que os nove senadores que compõem o grupo afinassem o discurso pela defesa de temas imprescindíveis para o país. Entre os assuntos abordados, o parlamentar mineiro citou a questão da compensação aos estados dos impactos da Lei Kandir – que desonera de ICMS as exportações de produtos primários. O bloco é formado pelo Democratas, PR e PSC e é liderado pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT).

“Discutimos as questões do país, a pauta do plenário, das comissões. Temos discussões importantes a fazer, como a questão da Lei Kandir, em que a União precisa regularizar esse repasse aos estados até porque o endividamento da União também é muito grande. Então, é preciso ter esse debate de forma muito transparente”, acrescentou.

O encontro desta terça contou com a presença do presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). “É um bloco com dois espaços importantes, com a presidência da Comissão de Infraestrutura, com o senador Marcos Rogério (DEM-RO); e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça, com o senador Jorginho Mello (PR-SC). Então, é importante levantarmos os debates importantes para o país”, frisou Pacheco.

Foto: Sidney Lins Jr.
Texto: Fernanda Domingues

Durante instalação da Comissão de Agricultura, Chico Rodrigues destaca urgência da regularização fundiária na Amazônia

14 de Fevereiro de 2019

Logo após a instalação e eleição à presidência e vice-presidência da Comissão de Agricultura nesta quinta-feira (14/2), o senador Chico Rodrigues (Democratas-RR) enfatizou a importância da questão fundiária estar entre as prioridades da pauta do colegiado. Chico Rodrigues reforça que milhares de pequenos produtores da região Amazônica detém a posse da terra, mas não tiveram acesso aos seus títulos definitivos.

“Nós precisamos, obviamente, com a presidência extremamente ativa, com os membros extremamente participativos que nós possamos nas grandes questões, como, especificamente o caso da Amazônia é a questão da regularização fundiária. Essa daí temos que nos dedicar de uma forma extremamente forte porque não é justo que milhares e milhares de produtores, principalmente, da agricultura familiar não tenham as questões fundiárias resolvidas. Ou seja, não tenham sua carta de alforria que são seus títulos definitivos. Portanto, é uma área fundamental para nós alavancarmos o desenvolvimento da Amazônia, principalmente, a partir da agricultura familiar”, pontuou.

O democrata acredita que a comissão é uma das mais importantes da Cada ao tratar da atividade com maior peso na economia do país. E além da questão fundiária, cita a importação de insumos e a exportação de commodities como temas que devem estar no debate do colegiado.
“Essa é a comissão que, na verdade, tem a maior consistência, no meu entendimento, para ajudar a economia desse país se desenvolver”, finalizou.

Os senadores Soraya Thronicke (PSL-MS) e Luis Carlos Heinze (PP-RS) foram eleitos, por aclamação, presidente e vice-presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária para o biênio 2019-2020.

Em primeiro discurso no Senado, Jayme Campos destaca grave crise financeira de MT

13 de Fevereiro de 2019

Senador elogia Mauro Mendes e afirma que governador é preparado e austero no trato do dinheiro público. Também diz que vai trabalhar pela revisão da Lei Kandir, garantindo justiça para Mato Grosso

Em seu primeiro discurso na volta ao Senado Federal, o senador Jayme Campos (MT) destacou a grave crise nas contas públicas pela qual está passando o estado de Mato Grosso. “Mato Grosso é uma terra de enormes potencialidades, mas convive hoje com um lamentável paradoxo. O Estado cresce acima da média nacional, contribui fortemente na manutenção da balança comercial brasileira e lidera o plantio de soja, milho e algodão. Porém, além da concentração de riqueza nas mãos de poucos, há um nítido desbalanceamento financeiro por conta do desequilíbrio federativo”, afirmou Jayme.

Durante sua fala, o senador elogiou o governador Mauro Mendes. “Em Brasília, vou ajudar o governador Mauro Mendes, meu colega de partido, a ter livre trânsito nas instituições federais para trazer para Mato Grosso os recursos e obras que a população precisa. Mauro é preparado, austero no trato do dinheiro público e responsável na gestão, como já foi comprovado em sua trajetória pública”.

Jayme Campos disse que defenderá a revisão da Lei Kandir para garantir uma maior distribuição das riquezas produzidas no estado. “Por conta das distorções da atual legislação, Mato Grosso deixa de recolher aos cofres públicos R$ 6 bilhões anuais. Pretendo focar esforços para exigir o repasse dos valores devidos pelo governo federal aos estados. Mato Grosso tem direito a receber R$ 500 milhões do FEX, valor que não foi pago em 2018. É um desrespeito ao princípio constitucional da federação que os estados e municípios tenham que ficar a bel-prazer das vontades do governo central. Temos de mudar isso”, defendeu.

Outro ponto importante que o parlamentar destacou no pronunciamento foi o caos na logística e infraestrutura do estado. “É preciso destravar as obras de logística e infraestrutura, imprescindíveis para reduzir custos e ampliar a competitividade dos produtos agrícolas do Brasil no exterior. Conciliar crescimento econômico com proteção do meio ambiente”, disse.

Gratidão – O senador de Mato Grosso retorna ao Senado Federal. Ele foi eleito em outubro de 2018, recebendo quase 500 mil votos. “Sinto-me honrado pela caminhada que fiz e, com muita humildade, manifesto minha gratidão ao povo mato-grossense que, ao eleger-me, além de demonstrar imensa confiança, referendou uma trajetória política de mais de 30 anos dedicados à coisa pública”, destacou.

Ele foi prefeito de Várzea Grande por três mandatos. Em 1990, foi eleito Governador do estado. E, entre 2007 a 2015, exerceu o primeiro mandato de Senador da República. “Aqui, presidi a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e ocupei a Liderança do Bloco da Minoria e a Vice-Liderança do Democratas. Após 12 anos sem disputar eleições, retorno ao Senado Federal mais experiente e ainda mais motivado, ainda mais consciente de que é preciso trabalhar com afinco para continuar servindo à brava gente do meu Estado e do Brasil”, afirmou.

Foto: Agência Senado
Texto: Assessoria de Comunicação do senador Jayme Campos

Presidente da Comissão de Infraestrutura, Marcos Rogério diz que debaterá e votará temas pelo crescimento do Brasil

01 de Janeiro de 1970

Senador democrata foi eleito por aclamação para presidir o colegiado pelos próximos dois anos

Indicado pelo Democratas para presidir a Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), o senador Marcos Rogério (RO) disse que o novo cargo é uma oportunidade para não somente discutir como votar temas importantes que destravem o crescimento do Brasil. “Assumir a Comissão de Infraestrutura do Senado representa a oportunidade de discutir e votar temas que podem destravar o crescimento do país, melhorar a oferta de serviços públicos com menos burocracia e mais eficiência”, frisou.

O senador foi eleito nesta quarta-feira (13). O vice será o senador Wellington Fagundes (PR-MT). O nome de Rogério – que comandará a comissão pelos próximos dois anos – foi indicado pelo líder democrata Rodrigo Pacheco (MG). A CI é composta por 23 senadores titulares e 23 suplentes. Uma de suas principais competências é discutir e votar matérias pertinentes à área de infraestrutura, entre elas os serviços e obras públicas prestadas ao país.

Biografia

Bacharel em direito, mestrando em administração pública e jornalista, Marcos Rogério foi deputado federal por duas vezes e, em 2018, foi eleito senador da República pelo estado de Rondônia. Atuou como jornalista e diretor de comunicação de 2001 a 2009. Foi vereador pelo município de Ji-Paraná-RO, pelo PDT, no período de 2009 a 2011. Integrou o Democratas em 2016, partido que preside o diretório regional.

Foto: Sidney Lins Jr.
Texto: Fernanda Domingues

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