Cadê as obras, Dilma?

13 de Agosto de 2014

Foto: Divulgação
falta obras brasil

– Como se não tivesse muito a ver com isso, a presidente Dilma Rousseff afirmou na última segunda-feira que se encontra “inconformada” com os atrasos nas grandes obras brasileiras.

– Como se não tivesse a ver com isso, um dia depois a presidente Dilma foi vistoriar mais uma obra atrasada, a ferrovia Norte-Sul. O trecho que a presidente inaugurou em maio encontra-se parado por falta de manutenção.

– A presidente foi à obra fazer campanha, mas, de acordo com a Folha de S. Paulo, nenhum trem com carga jamais circulou pelo trecho que liga Anápolis a Palmas (TO). Isso porque, depois de pronto, não foi escolhida uma empresa para cuidar da segurança e da manutenção dos trilhos e oferecer trens para o transporte.

– A presidente Dilma também ficou irritada porque não encontrou obras em sua propaganda eleitoral que será veiculada a partir da semana que vem na TV. Mandou seus marqueteiros incluírem imagens de duas obras atrasadas e inacabadas, da hidrelétrica de Belo Monte e da própria Norte-Sul.

– É preciso algum assessor mais corajoso alertar à presidente que desde 2007, quando foi nomeada “mãe do PAC”, ela própria é a principal responsável pela condução das grandes obras do Brasil. Segue então uma lista de obras inconclusas e mesmo superfaturadas da era PT:

– Transposição do rio São Francisco: deveria ter ficado pronta em 2010, mas hoje tem só metade das obras concluídas. A promessa agora é terminá-la em 2015 ou 2016, ao custo de R$ 8,2 bilhões. O preço inicial era de R$ 4 bilhões.

-A ferrovia Transnordestina deveria estar pronta em 2010. Dos 1,7 mil km previstos apenas 96 km estão integralmente prontos. O custo saltou de R$ 4,5 bilhões para R$ 7,5 bilhões.

– A Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) deveria começar a funcionar em sua primeira fase em julho de 2013. O orçamento passou de R$ 4,3 bilhões para R$ 5 bilhões. Não há novo prazo para a Fiol ser inaugurada.

– A Refinaria Abreu e Lima quando ficar pronta será a mais cara já feita no mundo. O custo começou em R$ 4 bilhões e já chegou a R$ 35,8 bilhões. Por enquanto tem frequentado mais as páginas policiais do que as de economia.

– A Refinaria Premium I foi uma das maiores promessas da então candidata Dilma para o Maranhão. Passados quase quatro anos, o local onde ocorreu a promessa é apenas um terreno com terraplanagem inconclusa.

– A lista, na verdade, não tem fim. A presidente Dilma não tem sido capaz de entregar suas obras prometidas. Falta apenas admitir que ela quem comandou todo esse fracasso com mão de ferro nos últimos sete anos. A presidente tem tudo a ver com isso.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Brasileiros já pagaram mais de R$ 1 trilhão em impostos só este ano

01 de Janeiro de 1970

Foto: O Globo/Divulgação
impostometro

Cifra foi alcançada 15 dias antes do que em 2013

Agosto nem chegou à metade, e os brasileiros já pagaram mais de R$ 1 trilhão em impostos, segundo o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ASCP). A marca foi alcançada nesta terça-feira, 15 dias antes da data em que foi atingida em 2013, o que demonstra o aumento na carga tributária.

O somatório contabiliza impostos, taxas e contribuições para a União, Estados e municípios pagos a partir do primeiro dia do ano.

São mais de R$ 180 milhões por hora desde janeiro. É como se cada brasileiro tivesse pago mais de R$ 5 mil em tributos até agora.

Com este valor seria possível construir mais de 10 milhões de quilômetros de redes de esgoto, ou nais de 28 mil casas populares. Ou então seria possível comprar mais de 35 mil carros populares ou para pagar mais de 66 mil meses de conta de luz para todos os brasileiros.

Para mostrar o peso da carga tributária nos gastos diários, a ACSP promoveu uma ação batizada de “Caminhão do Impostômetro”, que ficou parado em frente ao painel da associação na Rua Boa Vista.

Quem passava era convidado a entrar no caminhão e a colocar óculos especiais que permitiam ver quanto se paga de imposto em alguns produtos, entre eles, um pacote de um quilo de açúcar. O preço era de R$ 2,49, dos quais R$ 0,81, ou 32,33%, são de impostos.

Fonte: O Globo

Democratas relembra trajetória política de Eduardo Campos

01 de Janeiro de 1970

Foto: Divulgação
eduardo campos 3

O Democratas lembrou a trajetória política do ex-governador Eduardo Campos, que faleceu nesta quarta-feira (13) após a queda de um jatinho em Santos (SP), litoral paulista. Em nota, o líder no Senado José Agripino disse que o Brasil vive um momento de estupefação e definiu Eduardo Campos como “uma grande liderança política do Nordeste”.

“Em uma hora como esta é até difícil falar. O Brasil vive um momento de estupefação pela perda do homem público que foi Eduardo Campos, uma grande liderança política do Nordeste. Lamentamos profundamente a perda irreparável para família e para os brasileiros. Nossa solidariedade aos familiares e amigos de todos aqueles que o acompanhavam no voo”, diz a nota.

A senadora Maria do Carmo Alves (SE), afirmou que a morte de Eduardo Campos e do ex-deputado federal sergipano Pedrinho Valadares, que também estava no avião, é uma grande perda para o país.

“Estamos todos chocados com essa tragédia que resultou em grandes perdas para o Brasil, para a Região Nordeste e para Sergipe. Estamos consternados e resta-nos pedir a Deus que os receba de braços abertos e que acolha as famílias enlutadas”.

O senador goiano Fleury também lembrou a trajetória política de Eduardo Campos.

“Eu posso dizer que mesmo o conhecendo pouco, perdemos um grande homem. Quero desejar apoio a toda a família e dizer que hoje nós, nesta Casa, estamos todos com coração partido. Ele foi um homem que em dois governos teve mais de 80% de aprovação”.

O senador Jayme Campos (MT) disse que a morte de Campos traz uma lacuna para a política brasileira. “A morte precoce e trágica de Eduardo Campos abre enorme lacuna na vida política brasileira. O Brasil perde um homem público exemplar e um dos mais promissores políticos brasileiros da atualidade. Nesse momento de dor e sofrimento, apresento minhas condolências às famílias, ao Partido Socialista Brasileiro e ao povo do Estado de Pernambuco”.

Em nota, o ex-senador por Pernambuco Marco Maciel disse que o Estado perdeu um homem público que se doou ao seu povo. “Movida pela tristeza que se abate neste instante sobre os brasileiros, a família Maciel vem a público externar o mais profundo pesar pelo falecimento de Eduardo Campos. Pernambuco e o Brasil perdem um homem público que se doou a seu povo e que, certamente, muito teria a contribuir para a construção de uma nação mais justa e menos desigual”.

Biografia
O socialista , 49 anos, foi governador de Pernambuco e era candidato à Presidência do Brasil pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro) junto com a ex-ministra Marina Silva. Eduardo Campos era neto de um grande nome da política nacional, o ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes. Ele faleceu no dia em que a morte do avô completa nove anos. O socialista iniciou a vida política ainda na década de 1980. Foi candidato a prefeito de Recife, já foi deputado federal e ministro da Ciência e Tecnologia no primeiro mandato do presidente Lula.

Líder José Agripino lamenta morte de Eduardo Campos

01 de Janeiro de 1970

Foto: Divulgação
eduardo campos

Líder democrata definiu o ex-governador de Pernambuco como “grande lidierança político do Nordeste”

Líder José Agripino lamenta morte de Eduardo Campos

Líder democrata definiu o ex-governador de Pernambuco como “grande lidierança político do Nordeste”

O presidente nacional do Democratas e o líder do partido no Senado, José Agripino (RN), lamentou a morte do candidato à Presidência da República Eduardo Campos, na manhã desta quarta-feira (13), em Santos (SP), em um acidente aéreo. Em nota, Agripino afirma que o Brasil vive um momento de estupefação e chamou Eduardo Campos como “uma grande liderança política do Nordeste’.

Coordenador de campanha do candidato Aécio Neves (MG) à Presidência da República, Agripino informou que a agenda do tucano, nesta quarta-feira (13), no Rio Grande do Norte e Paraíba foi cancelada. Agripino e Aécio Neves seguem para São Paulo.

“Em uma hora como esta é até difícil falar. O Brasil vive um momento de estupefação pela perda do homem público que foi Eduardo Campos, uma grande liderança política do Nordeste. Lamentamos profundamente a perda irreparável para família e para os brasileiros. Nossa solidariedade aos familiares e amigos de todos aqueles que o acompanhavam no voo”, diz a nota.

Biografia
O jatinho que levava Eduardo Campos saiu do Rio de Janeiro em direção a Santos, no litoral paulista. O socialista , de 49 anos, foi governador de Pernambuco e era candidato à Presidência do Brasil pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro) junto com a ex-ministra Marina Silva.

Eduardo Campos era neto de um grande nome da política nacional, o ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes. Ele faleceu no dia em que a morte do avô completa nove anos. O socialista iniciou a vida política ainda na década de 1980. Foi candidato a prefeito de Recife, já foi deputado federal e ministro da Ciência e Tecnologia no primeiro mandato do presidente Lula.

Após difamação a jornalistas, pedido de convocação de chefe de segurança da Presidência é protocolado

12 de Agosto de 2014

O requerimento de convocação ao chefe do Gabinete da Segurança Institucional da Presidência, José Elito Carvalho Siqueira, foi protocolado no início da tarde desta terça-feira (12/8), na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados.

De autoria do líder do Democratas, Mendonça Filho (PE), o documento (Req. 720/14) pede que o responsável pela segurança do Palácio do Planalto explique quais medidas estão sendo tomadas para apurar o uso de computadores do gabinete presidencial para difamar jornalistas pela internet.

A denúncia foi feita em matéria publicada no jornal O Globo que revelou que os perfis dos jornalistas Carlos Sardenberg e Miriam Leitão na Wikipedia foram alterados com adjetivações negativas sobre o posicionamento crítico de ambos contra a política econômica do governo.

“O mínimo que podemos exigir é a apuração exemplar dos responsáveis. A segurança institucional precisa identificar o autor e punir com a demissão. Qualquer atitude do Planalto que não seja esta será uma afronta à democracia e à liberdade de imprensa do país”, declarou Mendonça.

O democrata também rechaçou as recentes declarações dadas pelo secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, de que as alterações partiram de algum “doidinho”. Para ele o ministro tenta desviar o foco ao desclassificar o autor da difamação.

“É uma tentativa de minimizar ou reduzir a expressão do autor desse ato criminoso praticado no Palácio do Planalto e que precisa de toda a mobilização do gabinete para descobrir e punir o responsável. Isso não é coisa de ‘doidinho”. É um retrato da prática do PT, que aparelha o Estado e confunde a atividade de um servidor público comissionado, em horário de trabalho, com a atitude de um militante político”, criticou.

Informações
Além do requerimento de convocação, Mendonça entrou com mais dois pedidos de informações sobre o caso no Plenário da Casa. O primeiro pede ao Gabinete de Segurança Institucional que explique formalmente que medidas estão sendo tomadas (RIC 4479/14); enquanto o segundo aciona o ministro chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, para que também preste esclarecimentos sobre de que forma a sua pasta está lidando com o incidente.

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