Falta muito para sermos campeões em educação

09 de Julho de 2014

Foto: Divulgação
escola brasil

– O Brasil parece ter virado o País das vaias, agressões e xingamentos. Hora de nos perguntarmos como tem andado a nossa educação. Infelizmente não está tão bem.

– De acordo com estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com jovens brasileiros, divulgado ontem, a maior parte dos estudantes que abandonam o ensino médio não acredita que a educação vai proporcionar melhor qualidade de vida.

– Mais: entre brasileiros mais ricos, 85% finalizam educação básica, ante 28% dos mais pobres. No Brasil, apenas 58% dos estudantes concluem o ensino médio. Confira na matéria do Estadão.

– Com base em pesquisas domiciliares em países latino-americanos, o BID identificou que a maioria dos estudantes entre 13 e 15 anos que não frequentam a escola coloca a falta de interesse como a principal razão para o abandono. Nas camadas mais pobres, os jovens latinos não chegam a completar 9 anos de educação e a disparidade na aprendizagem é elevada entre escolas urbanas e rurais.

– O BID também fez uma comparação em termos de educação dos países que participam da Copa do Mundo. O Japão, que oscilou entre a quarta e a sétima posição, seria o vencedor. Já os latino-americanos estariam nas últimas posições. Na América Latina, o melhor colocado seria o Chile, cujo melhor desempenho em Ciências o deixa na 46.ª colocação.

– O Brasil ficou na 59.ª posição em Ciências, na 58.ª em Matemática e na 55.ª em Leitura, em um ranking de 65 países. Para ser tão bem-sucedido como a Alemanha, por exemplo, o Brasil precisa, por exemplo, lidar melhor com os alunos de baixo desempenho e com os repetentes, recomenda a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
– Outros quesitos que o Brasil precisa melhorar muito para ser campeão mundial em educação:

· O país continua muito mal colocado no Pisa, avaliação internacional organizada pela OCDE: ficou na 58ª posição entre 65 países em 2012. Nas três áreas avaliadas, nenhum dos estudantes brasileiros atingiu o nível 6, o mais avançado de aprendizado. Por disciplina, estamos em 58° lugar em Matemática, 55° em Leitura; e 59° em Ciências.

· Ainda são 3,8 milhões de crianças e jovens fora da escola.

· 15% dos brasileiros não têm instrução; no Nordeste são 26%.

· Brasil tem 16,5 milhões de analfabetos.

· A taxa de abandono escolar entre homens de 18 a 24 anos é de 38%. A média da OCDE é de 14%.

Fonte: Assessoria de Comunicação

A Queda de Dilma nas pesquisas faz bem ao Brasil

01 de Janeiro de 1970

Foto: Divulgação
dilma queda

– Como se sabe, cada vez que a presidente Dilma Rousseff cai nas pesquisas de intenção de voto, as empresas estatais brasileiras, tão maltratadas pelo governo federal nos últimos anos, se valorizam na bolsa. O inverso também é verdadeiro.

– Economistas do instituto Insper, de São Paulo, fizeram as contas: cada ponto perdido na popularidade da petista vale US$ 801 milhões a mais em cinco estatais brasileiras (cerca de R$ 1,7 bilhão).

– De acordo com reportagem publicada ontem na Folha de S. Paulo, investidores têm o pé atrás com a presidente porque avaliam que as intervenções do governo nas estatais prejudicam sua rentabilidade. Na visão do mercado, Brasília sacrifica o ganho dessas empresas para controlar preços e estimular o consumo.

– O “efeito Dilma” foi medido pelo Insper num levantamento sobre o desempenho dos papéis de cinco estatais nos dias da divulgação das últimas 19 pesquisas Ibope e Datafolha. O cálculo se deu por meio das empresas Petrobras, Banco do Brasil, Eletrobras, Cemig e Cesp.

– Somente neste ano, afirma o estudo, o “efeito Dilma” produziu um ganho, médio, de US$ 4,8 bilhões (R$ 10,6 bilhões) no valor dessas cinco estatais. Segundo o estudo, isso ocorreu porque de fevereiro a julho, a aprovação da presidente caiu de 41% para 35%.

– O estudo fez modelos matemáticos. Mas além de intervir nas estatais brasileiras, o governo brasileiro praticou loteamento político, as tratou com descaso, esqueceu a competência e deixou aflorar a corrupção, como no caso evidente da Petrobras.

– No caso da Eletrobras, há desde “pequenos erros” como os computadores das estatal serem utilizados para disparar calúnias contra o candidato Aécio Neves, até os grandes erros, como os bilionários prejuízos causados à empresa devido à mudança no setor elétrico. Apenas em 2013, o prejuízo nessa estatal foi de R$ 6,2 bilhões devido à má gestão.

– Frente a isso, o que faz o governo. Pensa em melhorar a gestão? Não, pensa em nomear alguém para ser “interlocutor” do mercado, como revelou a própria Folha de ontem. Sabem que passada a euforia da Copa, a péssima situação da economia pode afetar para pior o humor do eleitor.

– Resta claro portanto que a melhor maneira de “salvar” as empresas estatais brasileiras é trocar, democraticamente, a presidente da República por um outro mais afeito ao mérito e a competência nas próximas eleições.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Democratas torceu para o Brasil. O PT politizou o evento

01 de Janeiro de 1970

Foto: Divulgação
copa chute

– Meio que na raça, no esforço, a seleção chegou longe nesse mundial. Ficar entre os quatro melhores do mundo é um bom resultado em um esporte que é praticado em quase todos os países do planeta. Mas não se pode esconder como doeu a derrota de 7 a 1 para a disciplinada, criativa e brilhante seleção alemã. Foi uma vitória do planejamento sobre a improvisação tática.

– Futebol deveria ser algo que ocorre dentro de campo, nas arquibancadas, nas comemorações. A política partidária deveria estar em outro lugar. Mas o governo resolveu entrar em campo para fustigar os adversários. E de carrinho desrespeitoso.

– Na véspera da fatídica derrota, a presidente Dilma Rousseff, em um linguajar absolutamente distante da liturgia do cargo resolveu chamar de “urubus” quem, para ela “criticou a Copa”.

– Ora, mas o que é criticar a Copa? Uma coisa foi um movimento irresponsável e perigoso de se contrapor ao mundial de maneira violenta. Outra, fundamental, foi de fiscalizar se as obras do legado da Copa – as ações que ficarão para o futuro – de fato serão, entregues aos cidadãos.

– O Democratas esteve no segundo grupo. Seus integrantes, funcionários, colaboradores, torciam para o time brasileiro, cumpriam o seu dever: fiscalizar se as ações prometidas estavam em dia. Algumas foram, algumas estão atrasadas, algumas foram esquecidas. Lembrem-se que a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff prometeu o chamado trem-bala. Não há nem projeto. Foi para os arquivos dos delírios governamentais.

– Mas os desatinos da presidente, em parceria com sua equipe de marketing, não pararam por aí. Na mesma entrevista em que agrediu os que criticam a Copa, tirou fotos em poses infatilizantes, e resolveu comparar as previsões pessimistas sobre o Mundial com as previsões sobre a economia. No segundo caso, infelizmente, são verdadeiras. A inflação está aí a romper a meta estabelecida pelo próprio governo.

– Mas a derrota no Mineirão acabou com o processo perverso da presidente e do Partido dos Trabalhadores de misturar futebol e transformar de forma perversa a paixão de todos os brasileiros em trampolim eleitoral. A ordem agora, quem diria, é afastar a presidente Dilma da trajetória da seleção.

– Pois é, politizaram como nunca. Tentaram acuar a oposição e tinham na manga um plano de se aproveitar eleitoralmente do Mundial. Podiam dar com os burros n’água pois não existe nenhum estudo sério que comprove ligação de sucessos em Copa e êxito no mundial, como mostra a Folha de hoje.

– Melhor fez o Democratas: torceu pelo Brasil e fiscalizou as ações em busca do legado definitivo da Copa para o cidadão.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Senadora Maria do Carmo será candidata à reeleição

01 de Julho de 2014

Foto: Mariana Di Pietro
maria do carmo (6)

A senadora Maria do Carmo Alves será candidata à reeleição. O Convenção Estadual do Democratas de Sergipe homologou, nesta segunda-feira (30), o nome da senadora como candidata à reeleição. Maria do Carmo vai concorrer ao seu terceiro mandato consecutivo e atuará com foco na saúde, na educação, e nas ações de benefício à criança e à mulher.

“Esses foram temas recorrentes ao longo do nosso mandato e pretendemos continuar com essas bandeiras, que considero prioritárias e de extrema importância para a sociedade”, disse.

A senadora ressaltou que sua luta apoia melhorias e transformações, principalmente para as pessoas de menor poder aquisitivo. “Prefiro não ficar usando a tribuna do Plenário, mas participar das discussões e propor matérias que, de fato, alcancem a sociedade com melhorias. Prefiro estar envolvida na elaboração de propostas que tenham verdadeiro cunho social e possam fazer diferença na vida das pessoas. Esse tem sido o meu trabalho e assim pretendo continuar”, afirmou a senadora.

Ao lado do prefeito de Aracaju, o democrata João Alves Filho, Maria do Carmo participou de outras convenções durante todo o dia. “Prestigiamos os partidos aliados”, considerou.A Senadora Maria do Carmo Alves vai concorrer à reeleição pela coligação “Agora Somos Nós”, composta pelo Democratas e mais 15 partidos (PSC, PTB, PR, PP, PV, PTN, PTC, PSL, SDD, PT do B, PPS, PMN, PHS, PSDB e PEN).

Fonte: Assessoria de Imprensa

Copa ótima. Mas o governo pode receber o vermelho

01 de Janeiro de 1970

Foto: Divulgação
BRAZIL-ROUSSEFF-AGRICULTURE

– A Copa do Mundo no Brasil é um sucesso, isso é inegável. Jogadores brilham dentro de campo e proporcionam aos espectadores de todo o mundo partidas inesquecíveis. A torcida e a sociedade fazem sua parte com hospitalidade e festa. Entretanto, o governo continua a mostrar uma péssima atuação. Surpreendentemente, a taxa de geração de empregos cai, o déficit aumenta, a indústria retrai em plena época de Mundial.

– A presidente Dilma Rousseff ontem tentou tirar dividendos políticos de méritos que não são seus. Comparou o sucesso nos gramados ao seu governo. Deixa estar, afinal, ninguém em seu juízo perfeito acredita que craques como Neymar, o francês Benzema, o mexicano Ochoa, o argentino Messi, o costarriquenho Campbell ou o holandês Robben atuem bem por causa do governo brasileiro. Se atuassem mal seria culpa de FHC?

– A festa está boa, excelente sem dúvida. Mas os grandes méritos são também da hospitalidade e improviso da população brasileira. Pois apenas 10% das obras de mobilidade da Copa previstas ficaram prontas a tempo. Cadê o trem-bala prometido, por exemplo?
o No começo da Copa, das 167 intervenções anunciadas, apenas 68 estavam prontas (41%). Outras 88 (53%) estavam incompletas ou só ficarão prontas depois da Copa. Onze obras foram abandonadas ou não saíram do papel.

– Os aeroportos funcionam bem, sem dúvida, muito longe do caos previsto, apesar de nenhuma das oito obras de responsabilidade da Infraero ter ficado pronta a tempo. Uma explicação é que dos 11,5 milhões de assentos ofertados até o dia 17/6 apenas 4,5 milhões tinham sido vendidos.

-Destaque para o aeroporto de Brasília, que depois da concessão à iniciativa privada as obras andaram de maneira muito rápida. Ficou bonito e bom. Permanece então a pergunta: por que demoraram tanto a privatizar, quase uma década condenando o que deveria ter sido feito de imediato?

– Mas como está o Brasil além da Copa? Infelizmente os dados mostram que o governo joga mal, bastante mal. Merece um cartão.

· A expectativa do governo de crescimento do ritmo de criação de empregos formais com a Copa do Mundo ainda não se confirmou. O saldo de contratações com carteira assinada em maio foi de 58,8 mil vagas, o pior para o mês desde 1992. O governo esperava que, com a demanda por serviços e bens aquecida, seria fácil ultrapassar as 72 mil vagas criadas em maio do ano passado.

· Maio foi o segundo mês consecutivo em que a indústria demitiu mais do que contratou trabalhadores com carteira assinada. O setor fechou 28,5 mil postos de trabalho no período, o que deixou o saldo total de vagas muito aquém das expectativas do governo.

· O déficit em transações correntes do país somou US$ 6,6 bilhões em maio, informou o Banco Central. É o pior resultado para o mês de maio da série do BC, que teve início em 1947.

· O fluxo global de entrada de investimento estrangeiro direto voltou a crescer no ano passado no mundo, mas o Brasil não acompanhou este movimento. O ingresso de capital produtivo no país caiu 1,9% em 2013, para US$ 64 bilhões, o que levou o Brasil a cair uma posição, para quinto lugar, no ranking dos principais destinos de investimento no ano passado.

– O Brasil, como País, tem um dos melhores times do mundo. Mas a equipe de comando é péssima e deve ser trocada urgentemente. A oportunidade está aí, nas próximas eleições.

Fonte: Assessoria de Comunicação

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