Popularidade do governo Dilma cai de 36% para 31%, diz pesquisa Ibope/CNI

20 de Junho de 2014

Foto: O Globo/Divulgação
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A pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira mostra que a popularidade do governo da presidente Dilma Rousseff caiu de 36% em março para 31% em junho (aqueles que consideram o governo ótimo ou bom). A confiança na presidente Dilma também foi reduzida de 48% para 41%. Dilma vem tendo quedas substanciais em sua aprovação. No levantamento de novembro de 2013, a petista tinha uma avaliação positiva do seu governo de 43%. Essa foi a segunda queda desde julho, quando das pesquisas refletiram os movimentos de rua.

O levantamento mostra ainda uma piora em todos os setores de avaliação do governo da presidente Dilma. Aumentou de 27% para 33% o percentual daqueles que consideram o governo ruim ou péssimo.

Na pergunta sobre a maneira de governar da presidente, 44% aprovam sua forma de administrar e 50% desaprovam. Na pesquisa de março, 51% aprovavam, o que significa uma queda de sete pontos percentuais.

Da mesma forma, a confiança na pessoa da presidente Dilma caiu de 48% em março para 41%. Já 52% responderam que não confiam em Dilma, sendo que em março esse percentual era de 47% .

Na avaliação do governo em nove áreas específicas, o percentual de desaprovação é maior do que o percentual de aprovação em todos os setores. Na área de Educação, 67% desaprovam as políticas do setor e 30% aprovam, além de 4% que não quiseram ou não souberam responder.

Na área da Saúde, 78% desaprovam as medidas e apenas 19% aprovam, com 3% de entrevistas que não responderam ou não quiseram responder. A segurança pública tem desaprovação de 75% e aprovação de 21%. A política de combate à fome é criticada por 53% e apoiada por 41%. A política de combate ao desemprego tem 57% de desaprovação e 37% de aprovação.

Com a alta da inflação, a política econômica do governo neste setor tem desaprovação de 71% e aprovação de apenas 21%, além de 7% que não quiseram ou não souberam responder. No caso da taxa de juros, as medidas têm desaprovação de 70% e aprovação de 21%.

Na comparação do governo Dilma com o governo Lula, a maioria dos entrevistas consideram o governo do antecessor melhor. Para 45%, o governo de Dilma é pior do que de Lula; 44% acham que são iguais e apenas 9% consideram a administração de Dilma melhor. Mas, segundo o Ibope, os percentuais se mantêm estáveis, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

A pesquisa CNI/Ibope mostra que a presidente Dilma Riusseff tem o maior índice de rejeição, com 43% afirmando que não votariam na petista “de jeito nenhum”. O candidato do PSDB, Aécio Neves, tem 32% de rejeição. Já o candidato do PSB, Eduardo Campos, fica com 33% de rejeição.

Fonte: O Globo

O PT vaia o Brasil desde que foi fundado

01 de Janeiro de 1970

Fonte: Divulgação
vaia dilma

– O Partido dos Trabalhadores sempre fez da agressão a quem pensa diferente uma forma de estratégia política. Ao mesmo tempo é bem sucedido ao se passar por vítima eterna das “elites”. É preciso não cair nessa armadilha de quem ataca e diz que apanhou. O caso das vaias no Itaquerão é exemplar.

– Sempre foi assim. A coerção como arma. Foi o PT o partido que comandou movimentações de rua contra candidaturas democráticas desde o tempo de Mário Covas, nos anos 80. Foi o partido que liderou o “Fora FHC” logo que o ex-presidente venceu as eleições. Há poucos dias militantes do PT agrediram o presidente do STF, Joaquim Barbosa, e não houve nenhuma condenação oficial do PT.
· Em 2008 quando foi a Natal defender uma candidata do PT à prefeitura de Natal, Lula insultou gratuitamente o senador José Agripino, hoje presidente do Democratas.

– Atualmente, basta ser contra o governo, não importa os argumentos, para ser atacado pelo PT.

– Foi uma intelecutal ligada ao Partido dos Trabalhadores, Marilena Chauí, que afirmou que a classe média brasileira é “fascista”, em palestra aplaudida pelo presidente Lula. O termo “fascista”, desde então, tem sido utilizado contra quem se opõe democraticamente ao PT e ao governo. Tudo isso porque a classe-média brasileira, em sua maioria, não apóia as traquinagens do partido.

– Quem faz oposição é também chamado de “elite branca”, uma maneira perversa de tentar vincular quem se opõe ao governo ao crime de racismo.
· Nesse caso, cabe uma observação, como os ingressos da Copa do mundo são caríssimos, todo o mundial organizado pelo governo e pelo PT é para a tal “elite branca”?

– Outros insultos inventados pelo PT direcionados a quem não os apoia: “preconceituosos”, “não gostam de pobres”, “não suportam nordestinos”, “pessimistas”, “não suportam ver tantas pessoas saindo da pobreza”, “vira-latas”. Profissionais que não quiseram participar do programa “Mais Médicos” foram considerados gananciosos e pouco patrióticos pelos jornalistas que fazem linha auxiliar ao governo.

– Em entrevistas, pronunciamentos, e até utilizando dinheiro público na rede nacional de TV, a presidente Dilma Rousseff ainda contribuiu com a safra de ofensas com novas expressões como “derrotados”, “aqueles que já saíram perdendo”, “fantasmas do passado”.

– Porém, o governo achava que esse tipo de provocação se destinava a apenas uma minoria. Talvez não tenha se dado conta que o grau de insatisfação com a administração federal tenha ultrapassado a barreira dos 50%. De acordo com o Datafolha, 74% dos brasileiros querem mudanças.

– A esse clima das agressões constantes à sociedade, é preciso somar o ambiente de deterioração econômica, o superfaturamento das obras, o legado da Copa que ficou atrasado, incompleto e abandonado, o aumento da criminalidade, a desordem administrativa e todos os demais problemas do atual governo.

– Agora, tentam utilizar o ato de mau gosto (e sim, inaceitável) no Itaquerão em mais uma oportunidade para se vitimizarem. Como se uma senhora indefesa, “mãe de família”, tivesse ouvido os gritos de forma covarde sem qualquer razão. O próprio ex-presidente Lula se encarrega da estratégia de transformar a presidente em vítima de facínoras. Já chamou a platéia do Itaquerão de “cretinos”. Ontem, Lula voltou a carga ao chamar quem se opõe ao PT de Elite conservadora.

– Não podemos deixar mais esse exercício cínico de vitimologia do PT prosperar. As pessoas do Itaqueirão foram grosseiras- é um fato. Mas por anos também têm sido indevidamente vaiadas e agredidas pelos donos do poder, inclusive pela presidente Dilma Rousseff. De alguma maneira ela colheu o que plantou.

A inflação em disparada do PT

01 de Janeiro de 1970

Foto: Divulgação
Inflação

– A inflação é considerada a maior preocupação dos brasileiros hoje. O excessivo aumento dos preços dos alimentos, principalmente dos itens básicos, prejudica justamente a população mais pobre.

– O pessimismo dos brasileiros é considerado um dos mais altos desde 2002: segundo o Datafolha, 64% dos brasileiros acredita que a inflação do país vai aumentar.

– Já de acordo com o Ibope, 71% dos cidadãos desaprovam as ações de combate à inflação adotadas pela gestão Dilma.
· O aumento dos preços é apontado por 85% dos brasileiros como o maior problema do país hoje.

– Do início do governo Dilma até então, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), ficou sempre acima do centro da meta que deveria ser alcançada pelo governo, fixada em 4,5% ao ano desde 2005. O limite de tolerância previsto pelo Banco Central é de 6,5%.
· Em 2011 o governo atingiu índice de 6,5%; em 2012, 5,84%; e em 2013, 5,91%.

– A média na inflação nos três primeiros anos do governo Dilma foi de 6,08% ao ano, superando o ritmo de aumento de preços do segundo mandato do ex-presidente Lula, quando a média foi de 4,89%.
· Em 10 dos 41 meses do governo Dilma (até maio de 2014), a inflação brasileira conseguiu furar o teto da meta.

– Somente nesses três anos de gestão, o governo federal já conseguiu alcançar 1,5% do PIB com o crescimento da despesa primária.
· Para comparação, esse número é mais que o dobro do crescimento no segundo mandato do governo Lula, e quase o equivalente a oito anos desse mesmo governo.

– O Brasil é um dos países com a taxa de inflação mais alta, entre as economias mais organizadas em todo o mundo. Com 6,4% acumulados até maio de 2014, o país perde apenas para Venezuela (61% nos últimos 12 meses), Irã (17%), Argentina (11%), Turquia (9,7%), Paquistão, Índia e Egito (8,3%), Nigéria (7,9%), Rússia (7,6%) e Indonésia (7,3%).

– Aqui, a alta no preço dos alimentos já dura cinco anos, aumentando 9% ao ano desde 2010.

– Visando conter a alta dos preços, o Banco Central provocou nove altas consecutivas na taxa básica de juros brasileira. De 7,25% ao ano em março de 2013, o nível mais baixo já alcançado, a Selic passou para 11% em abril de 2014, taxa mantida pelo Copom no mês de maio.

– O governo PT parece querer instaurar uma premissa de ‘tudo pela conquista do crescimento econômico’ e, de fato, acredita que o aumento nos preços não atinge ninguém.

Declaração de José Agripino sobre pronunciamento da presidente Dilma Rousseff a respeito da Copa

11 de Junho de 2014

Foto: Mariana Di Pietro
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Mensagem da Copa ou guia eleitoral? Os marqueteiros estão atingindo a perfeição: fazem da cadeia nacional de rádio e TV desabrida peça de campanha eleitoral antecipada, com direito a festival de meias verdades e patriotadas insinceras.

Senador José Agripino
Líder do Democratas no Senado

Conselhos populares são iniciativa atrasada e antidemocrática da presidente Dilma, diz Agripino

10 de Junho de 2014

Foto: Mariana Di Pietro
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Em discurso na tribuna do Senado nesta segunda-feira (9), o líder do Democratas José Agripino (RN) criticou decreto da presidente Dilma Rousseff que cria os conselhos populares. A proposta da chefe do Executivo é que as decisões de todos os órgãos federais devem ser submetidas a esses conselhos com representantes da sociedade civil. Para o senador potiguar, a iniciativa da presidente Dilma fere uma autonomia que é do Poder Legislativo e tem indícios de viés eleitoreiro.

“Por que esses conselhos de políticas sociais não foram gestados no ano passado, logo após as manifestações populares, para que as pessoas que quisessem se manifestar fossem organizadas e houvesse instrumentos de audição para que elas pudessem se dirigir a esses conselhos? Por que só agora, em tempo de eleição?”, questionou Agripino referindo-se às manifestações que ocorreram em diversas partes do Brasil entre junho e agosto de 2013. Na Câmara, o Democratas apresentou Projeto de Decreto Legislativo suspendendo os efeitos do decreto de Dilma.

José Agripino lembrou ainda que o Congresso Nacional é a Casa onde a sociedade pode discutir os mais diversos assuntos e debater, junto aos legisladores, expectativas e necessidades de sua comunidade. Por isso, o Democratas é contra o decreto da presidente Dilma Rousseff. “Meu partido está para preservar a força da representação popular do Congresso, que tem os seus defeitos, mas tem as suas virtudes. Essa história de conselho de política social, a esta altura, é programa de tentativa de uso de algo de governo com claríssimo objetivo eleitoral. Por essa razão, nós vamos nos manifestar claramente contra”, destacou.

O líder democrata comparou ainda a iniciativa da presidente Dilma Rousseff de criar os conselhos populares aos governos como o do fascista italiano Benito Mussolini. “Ele [Mussolini] criou os conselhos corporativos para dar a impressão de que estava ouvindo as pessoas tendo como respaldo esses conselhos. Essa iniciativa da presidente é atrasada, porque tem cheiro de Mussolini, é antidemocrática, porque quer passar por cima do Congresso e é atrasada porque a presidente deveria ter feito em agosto do ano passado o que a rua estava pedindo”.

Fonte: Assessoria de Comunicação

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