Com seis senadores, Democratas passa a ser a quarta maior bancada na Casa

01 de Fevereiro de 2019

Com uma bancada formada por seis senadores, o Democratas é a quarta maior da Casa, ficando atrás apenas do MDB (13), PSD (10) e PSDB (9). Tomaram posse nesta sexta-feira (1º) os senadores Rodrigo Pacheco (MG), Marcos Rogério (RO), Chico Rodrigues (RR) e Jayme Campos (MT). Os novos parlamentares se juntam aos já senadores democratas Maria do Carmo Alves (SE) e Davi Alcolumbre (AP), ambos com mais quatro anos de mandato. A sessão de posse foi presidida por Alcolumbre.

Ex-deputado federal, senador por Minas Gerais e agora líder do Democratas na Casa, Rodrigo Pacheco afirmou que, nesta legislatura, trabalhará principalmente pela segurança pública, saúde e educação. “Vamos dar bastante atenção à questão da segurança pública, à reforma das leis que tornem mais ágeis os processos, às questões de saúde, que é uma deficiência que nós temos no Brasil, e à educação, que é o caminho de tudo”, frisou.

Ex-governador por Mato Grosso e senador pela segunda vez, Jayme Campos disse que o momento é de repensar a política brasileira, focando, principalmente, nas questões sociais. “Defendo um trabalho independente, de forma exitosa. Precisamos transformar este país. O Brasil precisa de boas práticas políticas, de ressaltar suas potencialidades, gerando mais oportunidade e justiça social”, destacou.

Já Marcos Rogério, senador eleito por Rondônia, acredita que a renovação do Legislativo nas últimas eleições é uma prova de que é preciso unir o país na luta pelo desenvolvimento nacional e no combate à corrução. “É um desafio grande estar na vida pública neste momento, quando o país passa por uma crise ética, moral e econômica grave e que nos chama a todos uma responsabilidade: a de trabalhar duramente, firmemente pela retomada do crescimento econômico do país, sobretudo, trabalhar para mudar essa imagem negativa do país com relação a temas como corrução”.

Democrata eleito por Roraima, o senador Chico Rodrigues disse que a prioridade do Legislativo deve ser, neste momento, as reformas política e previdenciária. “A reforma da Previdência é visceral, senão, o país quebra. Precisamos de um estudo extremamente detalhado. Também temos que avançar na reforma política porque não justifica um país ter 36 partidos políticos”.

Foto: Sidney Lins Jr.

Por unanimidade, Rodrigo Pacheco é eleito líder do Democratas no Senado

01 de Janeiro de 1970

O mineiro Rodrigo Pacheco é o novo líder do Democratas no Senado. Já em seu primeiro mandato como senador da República, o parlamentar conquistou a confiança de seus pares e, nesta sexta-feira (1º), foi eleito, por unanimidade, líder da bancada na Casa. Ex-deputado federal, Pacheco liderará os seis senadores do DEM por dois anos, conduzindo votações e discussões fechadas pelo partido tanto no plenário como em comissões e reuniões de líderes.

Rodrigo Otávio Soares Pacheco é formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) e especialista em Direito Penal. Foi o mais jovem conselheiro Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, entre 2013 e 2015. Eleito deputado federal em 2014, foi presidente da Comissão de Constituição e Justiça, cargo exercido pela primeira vez por um deputado em primeiro mandato. Atualmente, é presidente do Democratas em Minas Gerais.

Foto: Sidney Lins Jr.

Coordenador da bancada Amapá, Davi Alcolumbre inicia segunda metade do seu mandato no Senado

01 de Janeiro de 1970

O atual coordenador da bancada pelo Amapá, senador David Samuel Alcolumbre Tobelem (Democratas), inicia nesta sexta-feira (1º/2) a segunda metade do seu primeiro mandato no Senado. Nascido em Macapá, Alcolumbre começou sua carreira política aos 23 anos quando foi eleito o vereador mais jovem da capital do Amapá, em 2001. Saiu vencedor em 2002 nas urnas quando se candidatou para deputado federal. Cumpriu três mandatos consecutivos na Câmara dos Deputados. Único senador ainda na Casa membro da diretora, Davi Alcolumbre presidiu a reunião preparatória de posse dos senadores eleitos para a 56ª legislatura.

Em 2014, foi eleito senador da República, com 131 mil votos e se tornou o senador mais jovem do país à época com 37 anos. No Senado Federal foi coordenador da Bancada do Amapá por duas vezes e relator setorial do orçamento geral da União em 2018, na área da educação.

Presidiu a Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo e está atualmente à frente da comissão de Meio Ambiente do Senado. É vice-líder do governo e do partido Democratas. Representou o Senado em diversos eventos no exterior, com ativa participação nas pautas de votação mais importantes que tramitaram no Senado. É casado, pai de dois filhos e tem 41 anos.

Foto: Agência Senado

Marcos Rogério vai defender os valores da família e a realização de reformas como a penal e tributária

01 de Janeiro de 1970

O novo senador do Democratas Marcos Rogério da Silva Brito (Rondônia) começa hoje (1º/2) seu primeiro mandato na Casa se comprometendo com a defesa dos valores da família e do direito à propriedade. Eleito com 320 mil votos, mais de 24% do total, o parlamentar ainda afirmou que se empenhar pelas reformas, como a penal e tributária. Antes de vir para o Senado, Marcos Rogério cumpriu dois mandatos consecutivos de deputado federal iniciados em 2010 e 2014.

O senador também é a favor da reforma do Estado, com a redução da máquina pública e destaca que irá atuar sempre alinhado com os interesses da sociedade. Marcos Rogério, 40 anos, nasceu em Ji-Paraná (RO), é formado em direito e jornalismo e é mestrando em administração pública. Foi radialista e repórter de TV. Sua carreira política começou em 2009 quando foi eleito vereador. Entre suas atuações de destaque está a relatoria do processo de cassação do ex-deputado Eduardo Cunha.

Foto: Agência Liderança da Câmara

Rodrigo Pacheco (MG): saúde, educação e emprego serão prioridades no Senado

01 de Janeiro de 1970

Eleito com mais de 3,6 milhões de votos nas últimas eleições, o senador por Minas Gerais Rodrigo Pacheco (MG) disse que suas principais bandeiras na Casa serão saúde, educação, segurança pública e geração de emprego e renda. “Essas sempre foram prioridades no meu mandato como deputado federal e continuarão sendo no Senado”, destacou. Deputado federal entre os anos de 2014 e 2018, Pacheco defendeu ainda a necessidade de o Congresso aprofundar o debate em torno de temas necessários para o país, como as reformas estruturais.

“Em função do momento econômico do país e da necessidade de reformas, temos que nos aprofundar no debate tributário, na desburocratização de processos para acelerarmos o desenvolvimento e a geração de emprego”, frisou o senador mineiro. Em relação às expectativas para 2019, Pacheco afirmou que trabalhará, no Senado, pela redução da burocracia e por projetos que incentivem o empreendedorismo e o fim das distorções dos privilégios no país.

“Continuarei o trabalho com os projetos que tenho na Câmara dos Deputados e que irão necessariamente para o Senado. Trabalharei muito para dar a governabilidade ao país, para permitir que sejam adotadas as mudanças de que tanto precisamos: reforma tributária, alteração da Lei de Licitações e correção de distorções e de privilégios, que são muitos. Temos que trabalhar nessa linha”, ressaltou o senador.

Biografia

Formado em Direito pela PUC Minas, Rodrigo Pacheco é advogado e foi o mais jovem conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil, entre 2013 e 2015. Logo no primeiro mandato como deputado federal, presidiu a Comissão de Constituição e Justiça, a mais importante da Casa. Foi a primeira vez que o cargo foi exercido por um deputado de primeiro mandato. Sua atuação foi marcada pela independência, defesa da ética e aperfeiçoamento da segurança jurídica no país. Ao mesmo tempo, elegeu a defesa da educação, saúde, segurança e o desenvolvimento econômico como principais bandeiras.

Foto: Agência Democratas na Câmara

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