Rádio Liderança

23/11/2016 - Caiado lamenta adiamento de votação de fim de foro privilegiado

O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) lamentou o adiamento da votação da PEC 10/13 na Comissão de Constituição e Justiça. O projeto trata da extinção de foro privilegiado em crimes comuns para todas as autoridades que tem esse privilégio.

22/11/2016 - Caminho da Hemobrás precisa ser revisto, defende Caiado

O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) afirmou que a irresponsabilidade e a corrupção de gestores com o desenvolvimento da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) impõe um revisão total no projeto governamental. Em audiência que presidiu sobre o assunto no Senado, nesta terça-feira (22/11), o senador recebeu especialistas e representantes do setor para traçar um panorama geral da empresa e os efeitos que a Operação Pulso - deflagrada em novembro de 2015 - teve em seu funcionamento.

17/11/2016 - PT acaba com emprego, empobrece o país e ainda é contra ajuste fiscal”, diz Caiado

Durante discussão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55 no Senado - 241 na Câmara o líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), condenou o discurso incoerente de senadores petistas. O senador goiano destacou que um partido não tem condições de se colocar contra o ajuste fiscal implantado pela PEC do limite dos gastos públicos após o governo do PT acabar com o emprego, contingenciar R$ 10 bilhões da educação e fechar 25 mil leitos do SUS.

20/10/2016 - Aprovadas emendas de Caiado que defendem funcionários da Celg

O líder do Democratas Ronaldo Caiado (GO) conseguiu incluir três itens na Medida Provisória 735/16, que trata de mudanças na legislação do setor elétrico.

As medidas visam manter 90% das vagas e 70% dos empregos por dois anos depois da privatização; a possibilidade do governo alocar antigos funcionários em outras empresas públicas; e destinar os recursos da venda à quitação de dívidas vencidas ou a vencer com a União.

13/09/2016 - Caiado defende liberação de recursos para pagamento do FIES e ENEM

Ao defender a votação do PLN 8 que libera recursos para pagamento do FIES e do ENEM em sessão do Congresso Nacional, o líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), denunciou que o PT está criando obstáculos para apreciar a matéria.

02/09/2016 - Democratas e outros quatros partidos vão ao STF para garantir inabilitação de Dilma

O líder do Democratas no Senado Ronaldo Caiado (GO) anunciou nesta sexta-feira (2/9) que o Democratas ingressou com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal contra o destaque que permitiu votação separada da pena do impeachment. Assinam também o mandado o PSDB, PPS, PMDB e Solidariedade. As legendas pedem ao STF, por meio de liminar, torne de imediato ilegal o destaque e mantenha Dilma Rousseff inabilitada para o exercício de cargo público até o julgamento final do mérito do processo.

01/09/2016 - Caiado diz que, “Acordo PT-PMDB beneficia todo político cassado”

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), declarou que é preocupante os desdobramentos do acordo PT-PMDB que permitiu a votação fatiada da pena do impeachment. Segundo Caiado, é necessário  saber quais serão as consequências dessa votação em outros processos de cassação de mandato que vai permitir a Dilma Rousseff assumir um cargo público mesmo condenada por crime de responsabilidade.

01/09/2016 - Momento político precisa priorizar saúde, diz senador Caiado

O senador Ronaldo Caiado líder do Democratas de Goiás, lembrou durante o 26º Congresso Nacional de Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, que o novo momento político precisa priorizar a saúde com o reajuste da tabela do SUS e a renegociação das dívidas das Santas Casas, antes de se impor limite de gasto na saúde pelos próximos 20 anos.

31/08/2016 - Caiado diz que segunda votação foi ‘acordão’ entre PT e PMDB e vai recorrer ao STF

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), repudiou a forma com a qual a votação do impeachment foi fatiada e afirmou que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal. Por aceitação do presidente da sessão Ricardo Lewandowski, o julgamento da presidente Dilma Rousseff foi separado em duas votações. Ela foi cassada por 61 a 20 votos, mas não teve sua inabilitação política validada em uma votação que não atingiu dois terços do plenário (42 a 36 a favor).

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